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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

BELA A FEIA SE TORNARÁ SURPREENDENTE NA PRÓXIMA SEGUNDA 8 DE FEVEREIRO...NÃO PERCA!

BELA  A FEIA  NA RECORD...


Ao contrário do original, onde Betty sofre uma transformação e termina linda, no Brasil, Bela, interpretada por Gisele Itié, só ficará linda no trabalho.

Na história, ela sofrerá um atentado e será salva por Vera (Sílvia Pfeiffer) no capítulo da próxima segunda (8), entretanto, todos pensarão que ela está morta. Porém a moça reaparecerá em seu trabalho, com um novo visual e identidade. Bela usará o nome de Valentina Carvalho e assumirá a presidência da empresa.


No entanto, em entrevista, a autora Gisele Joras revelou que, em casa, Bela continuará a mesma. “Usa roupas largas, óculos no lugar de lentes de contato e o arquinho no cabelo”, antecipa.

A cena em que Bela aparecerá com o novo visual na trama vai ao ar na próxima terça (9). Na história, Rodrigo (Bruno Ferrari) sonhará com a nova aparência da amada.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

PODER PARALELO ATINGE LIDERANÇA MESMO COM AUDIÊNCIA DAS NOVELAS DE TV EM BAIXA EM TODOS OS CANAIS

fonte R7
 
Poder Paralelo ficou em primeiro lugar no Ibope, na sexta-feira, com média de 13 pontos contra 12 da Globo.



No horário (23h05 às 23h53), a Globo exibia parte do Globo Repórter e filme. Ainda na Record, a novela Bela, a Feia, em novo horário, também cresceu em audiência.

Na sexta,( 29/2010 ) ficou em segundo lugar com média de 13 pontos no Ibope.

sábado, 23 de maio de 2009

GLOBO ASSINA CONVÊNIO COM A TV AZTECA


Ao contrário que o grande público brasileiro pensa, a maior produtora de novelas do mundo é a TELEVISA do México. As produções mexicanas se tornaram populares no Brasil via SBT, Sistema Brasileiro de Televisão do empresário e apresentador Sílvio Santos. Muitos questionam a qualidade das produções mexicanas dizendo que a produções brasileiras, principalmente da Rede Globo de televisão sejam superiores. A verdade que a diferença é apenas cultural. Em um mundo globalizado os recursos técnicos estão disponíveis para quem possa pagar pelo uso dos mesmos. Os profissionais necessários para uma produção de qualidade, desde que alguém os pague estão ansiosos para fazer seu trabalho. A questão é portanto a seguinte: o público de língua espanhola gosta de estórias do tipo que são produzidas pela Televisa. Eles têm uma outra leitura de mundo e as personagens que os agradam nas novelas são do tipo que as vezes parecem estranhos para nós.As novelas brasileiras, traduzidas para vários países têm um relativo sucesso e em Portugal principalmente interferem no comportamento e trazem uma nova cultura, semelhante as produções fílmicas norte americanas no Brasil, ou a música de lá. Meses atrás a Rede Record assinou um contrato de parceria com a gigante Televisa para produções conjuntas. O objetivo não é baratear as novelas para o mercado brasileiro, mas nessa parceria atingir toda a América de língua espanhola. A Rede Globo que já sente o impacto da concorrência da Tv Record na Europa e na África acaba de assinar uma parceria semelhante com a Tv Azteca do México. O público telespectador acha que é pelo fato da Tv Record, sem dúvida a principal concorrente da Rede Globo no Brasil, ter feito uma parceria com a primeira rede de televisão do México a Televisa,a maior produtoras de novelas do mundo.

As explicações empresariais são outras embora o público em geral, simpatizantes da Globo e da Record, se degladiem pelos blogs afora. As decisões de executivos como de governantes se baseiam em uma ética de grupo diferente do que pensa o mero telespectador. Alguma verdade é a seguinte: a Tv Azteca com  "z" para eles, os Mexicanos, é a segunda rede de televisão mexicana e foi a televisão que produziu Chiquititas em 1998, um fracasso completo de audiência, lá no México.

Um pouco de história da Tv Azteca, segundo a wikipedia. Mais informações lá ou ple web.

História

Em 18 de julho de 1993, depois de permanecer mais de 20 anos sob a administração do governo mexicano, o canal 13 de televisão passa novamente ao setor privado. Junto com o canal 13 e sua rede nacional, são "desencorporados" o canal 7 com suas repetidoras no México e o canal 2 de Chihuahua.

Para efetuar a "desincorporação", o governo tinha que regularizar a situação legal dos canais, pois muitos deles, especialmente os da rede 7, tem o estatuto de permissão no qual impede formalmente sua venda devido ao que a legislação da matéria sinaliza que somente os canais com concessão de tv podem se ceder em operação de compra e venda.

Cria-se, então uma série de empresas paraestatais (a maior chamada Televisión Azteca) para que se convertam em concessionárias dos canais que conformam as redes 7 e 13. No final põe-se a venda das cadeias nacionais (do México), uma com canais (a do canal 13) e outra com 18 (a do canal 7).

A privatização dos que foram canais do Estado se transmite em TV a cabo depois de um largo e complicado processo de licitação pública onde participam quatro sociedades empresariais e no qual resulta como elegido para efetuar a compra o grupo Radio Televisora del Centro, encabeçado pelo empresário Ricardo Salinas Piego, propietário da cadeia de venda de artigos eletrodomésticos Elektra.

O grupo adiquirente paga aproximadamente 650 milhões de dólares por um "pacote de meios" que inclui, além das cadeias de tv, a cadeia de salas cinematográficas da Compañía Operadoras de Teatros S.A e os Estudios América, ambos de propriedade estatal. E algum tempo depois o que era a Imevisión se transformou em TV Azteca.

No fundo o Brasil quer conquistar os espânicos já que contrariamente ao norte-americano têm eles mais a ver com a nossa cultura, afinal, são latinos como nós.


sexta-feira, 17 de abril de 2009

QUEM É O AUTOR DE PODER PARALELO

Lauro César Muniz, o autor de Poder Paralelo a nova superprodução da Rede Record de televisão, iniciou a carreira em 1959, escrevendo para o teatro. Mas, foi na televisão que se destacou, inicialmente, em 1966, com a telenovela Ninguém Crê em Mim, na extinta Tv Excelsior. Na mesma emissora, fez sucesso com O Morro dos Ventos Uivantes. Migrou para a Tupi, onde seguiu escrevendo novelas.
Em 1970, novo grande sucesso: As Pupilas do Senhor Reitor, na Record, onde permaneceu por mais dois anos, até migrar para a Globo, em 1972, como substituto de Bráulio Pedroso, em O Bofe.
Seguiram-se sucessos como Carinhoso, Corrida do Ouro, escrita em parceria com Gilberto Braga, Escalada, O Casarão, Espelho Mágico e Os Gigantes. Lauro foi, então, para a Bandeirantes, onde escreveu Rosa Baiana, em 1981, seu único trabalho na casa.


Em seguida, escreveu uma história para a TV mexicana, La Grán Mentira. Com a inesperada morte de Jardel filho, em 1983, e o abandono de Manoel Carlos do roteiro de sua novela, Sol de Verão, Lauro César Muniz retornou à Globo e finalizou a história.
Ainda na Globo, escreveu Transas e Caretas, Um Sonho a Mais, Roda de Fogo, O Salvador da Pátria, Araponga, Quem é Você, Zazá, as minisséries Chiquinha Gonzaga e Aquarela do Brasil.
Voltando para a Record, fez Cidadão Brasileiro. Poder Paralelo é seu segundo trabalho na emissora.

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