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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

JÔ SOARES NA REDE GLOBO TEM PERDIDO ATÉ PARA "FALA QUE EU TE ESCUTO". POR QUE? ELE MESMO EXPLICA...


É verdade, pode ser conferido em várias notícias na internet. Em uma das oportnidades foi uma verdadeira surra ibopeana. Inteligente, culto, brilhante, multimídia Jô Soares tem sido duramente criticado ao longo dos últimos anos por gente que o admirava e que assistia o seu programa desde os tempos do SBT. Embora o formato do programa não seja original e uma cópia de talks shows que polulam as tvs americanas a sua pessoa fazia da versão brasileira um programa prazeiroso de assistir. Tal não acontece ultimamente. Jô vai para a Record, vai!

DEU NA WEB:

Jô Soares: “Era feliz e não sabia no SBT”


jo soares







Por Leão Lobo ( JORNALISTA E APRESENTADOR )

O humorista e entrevistador Jô Soares, sempre muito fechado, se abriu com minha pulguinha que “Ele era feliz e não sabia no SBT. Que na emissora de Silvio Santos seu programa tinha horário fixo, onze e meia da noite, tinha o carinho do público, era bem comercializado. E o que faturava era dele. Disse também que na Globo entra em qualquer horário, a comercialização do programa fica só pra emissora e os convidados são todos da emissora”. Que desabafo!

FONTE: WEB.


quarta-feira, 22 de julho de 2009

NÃO HÁ DÚVIDAS A REDE RECORD É A TELEVISÃO QUE MAIS MOSTRA O BRASIL COMO ELE É

Uma hora da manhã, na Rede Record uma excelente reportagem é mostrada aos tespectadores, brasileiros e de mais 150 países em todo o mundo e através da internet. A pergunta: "Favelas, ainda é possível solucionar o problema?" O programa é o "Fala que eu te escuto" o mesmo que há alguns meses deu uma surra no bom progrma do Jô, na Rede Globo. Coinscidentemente os dois vão ao ar, hoje, 22 de julho de 2009, no mesmo horário. Jô Soares, comediante, artista plástico, escritor, diretor de teatro, ator. Gosto do Jô, mas o seu programa embora tenha uma audiência cativa de quatro milhões de pessoas mês, já recebe pesadas críticas do público telespectador. É quase consenso que é um bom programa mas que não se renova e cujos convidados nem sempre contribuem para o bate papo interessante. Dizem muitos que nos tempos do "Jô Onze e Meia" no SBT, onde começou o formato do seu programa cópia muito boa de talks shows que populam nas tvs americanas já foi muito melhor. A Record promove sob a direção de seus pastores e bispos, sem patrocínio comercial, um programa que ouve o telespectador para concordar ou discordar do que é mostrado que acima de tudo presta serviço a população brasileira. É o mesmo programa que reuniu há alguns anos, pessoas de diversos credos e igrejas para falarem sobre Deus, sobre o diabo, sobre as questões da vida e da morte, da fé, sobre várias coisas. Mães e pais de santo, representantes mulçumanos, judeus, padre Quevedo, espíritas kadercistas, dando uma aula de civilidade e convívio com as diferenças. O mesmo programa que alcançou o primeiro lugar de audiência no ibope na histórica resposta ao Jornal Nacional da Rede Globo, na inusitada história dos "sacos de dinheiro". Inusitado e interessante foi, certa vez, o diálogo entre um pai de santo e uma pastor que apresentava o programa à época:

Pai de santo: _" Boa noite pastor..."
Pastor: _ Boa noite, como vai o senhor?com quem eu falo?
Pai de santo: diz o nome e informa que é um pais de santo.
_"Eu acabo os meus trabalhos e fico sem sono e gosto muito de assistir o seu
programa e queria dar a minha opinião. Na minha opinião o diabo não existe, existe...( e prossegue dando a sua opinião) despede-se e agradece a oportunidade.

Pastor: _ "Essa é a sua opinião então? Obrigado pela sua participação. Boa Noite.
Deus abençoe o senhor."

Pai de santo: _ Obrigado também. Boa noite pastor. Deus o abençoe também".

Pastor: _"Boa noite".

Uma prova incontestável, que diferentemente de certa parte da comunidade evangélica, os pastores da Universal sabem conviver com a diferença, sem que nenhum dos lados abra mão das suas convicções.


Bem o tema dessa madrugada é a situação de precariedade das comunidades carentes, em favelas, palafitas, etc. Mas o espírito do programa é o mesmo. Ouvir as pessoas, a opinião delas sobre um assunto real do nosso país. Enquanto escrevo uma senhora da comunidade japonesa dá a sua opinião sobre o assunto. Mais um vídeo com parte de uma excelente reportagem de Roberto Cabrini sobre o tráfego nas comunidades do Rio de Janeiro.

Definitivamente a Rede Record de televisão pode não ser a primeira em audiência mas já é a primeira em qualidade e prestação de serviço. Do outro lado temos três redes de televisão pelo menos que ao longo de décadas deram, de uma forma muito eficáz, a todos os telespectadores, pão e circo, só.

O circo é o entretenimento que nenhuma mídia moderna sobrevive sem ele. Não se vendem dvds, máquinas de lavar roupas, tvs de lcd, sabões em pó, automóveis e cervejas em um programa verdadeiramente jornalístico. Mas a televisão, no Brasil principalmente não pode ser só isso. Deve por razões morais, informar, denunciar, e promover o melhor dentre os seus telespectadores.

P.S. não sou membro a IURD e nem funcionário da Record. Por isso posso falar desles com isenção. Esse é o grande valor da inernet. A internet para bem ou para o mal é democrática.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

PROGRAMA DO JÔ PERDE PARA O FALA QUE EU TE ESCUTO...


Pessoalmente admiro o Jô Soares como ator, comediante, entrevistador. O seu talk show não é original e segue um dos formatos existentes aos montes na televisão americana. Entre tantos outros talk shows veiculados na tv brasileira, ele é o que se mantém por muitos anos e com qualidade. Há de se dizer que quando o programa era produzido no SBT, era maior a liberdade em se convidar pessoas e não a lamentável prática, desde que chegou a Globo, de não só privilegiar os artistas e celebridades "globais", como a de  não entrevistar ninguém ligado a outra televisão, ainda que se destaque naquele momento por algum motivo. Pessoas que eu conheço acham que o Jô tenha ficado pedante e se achando o máximo. Um sósia do Jô, que aparece eventualmente no Show do Tom, tem um bordão que sintetiza a opinião de muitos:"_ O programa é meu, tudo é meu! " Eu porém continuo achando Jô Soares extremamente simpático, engraçado e com ótimo humor. A audiência do programa dentre os ainda gostam do Jô, como eu, também tem caído muito mais pela chatice de alguns convidados, sejam celebridades ou outras pessoas.  Estrelas como o Jô podem não dar tanta audiência mas a rede Globo não ousa perdê-los para os concorrentes.E não são poucos nessa situação. O Agildo Ribeiro teve o seu melhor programa na extinta Rede Manchete com os bonecos de políticos. Hoje mais do que nunca a material toda semana para fazer um programa naqueles moldes e mais liberdade. Mas a rede Globo o mantém para não perdê-lo para a concorrência. Subtenda-se aí a maior de todas, com coragem para ousar, a Rede Record de Televisão. a notícia abaiso encontrei na web, notícia citada pela coluna"Oops!" que trata de televisão e afins. Vale uma  correção não é a primeira vez que um prgrama nos mesmos moldes vence a Globo. Lembram-se do 25ª hora e a resposta as denúncias feitas pela rede Globo no Jornal Nacional sobre os sacos cheios de dinheiro? A audiência foi tão grande que reverteu a opinião pública. Em se tratando de Jornal Nacional nunca, político ou instituição alguma, jamais conseguiu mostrar o outro lado de um fato.

Pela primeira vez, o programa "Fala que Eu Te Escuto" venceu a Globo no Ibope, chegando a ser líder isolado. O resultado comemorado como histórico aconteceu na madrugada desta quarta-feira (13).
Exibido entre 1h19 e 2h24, a
atração registrou uma média de 5 pontos, contra 4 da Globo. Além disso, durante a exibição do "Programa do Jô", chegou a marcar 7 pontos, enquanto a atração da concorrente ficou com apenas 4 pontos.


Abaixo um texto encontrado na web, de uma opinião, acerca da trajetória do Programa do Jô e o desgaste ocorrido ao longo desse tempo citando alguns fatos interessantes. O texto é de algum tempo atrás.

Sempre existiram ressalvas ao desempenho de Jô Soares no comando de um talk show. Ele fala mais que seus entrevistados, interrompe exposições e costuma fazer piadas inadequadas. No entanto, seu programa era uma razoável opção para o início da madrugada até há alguns anos.

Os primeiros sinais de desgaste surgiram em 2004, quando a Globo substituiu parte das reprises do Programa do Jô durante as férias do apresentador. No lugar, a emissora começou a transmitir 24 Horas, série de sucesso na televisão norte-americana e na TV paga brasileira.

Os episódios com o turbulento dia na vida de Jack Bauer turbinaram a audiência do horário. Empolgada com o sucesso, a Globo manteve a estratégia nos anos posteriores e, em 2006, decidiu colocar mais um seriado em sua grade de programação durante as férias de Jô Soares. Após exibir a quarta temporada de 24 Horas, emendou a transmissão do ano de estréia de Lost.

Outros sinais do desgaste do Programa do Jô aconteceram fora do período de férias do apresentador. Notícias sobre a queda de audiência da atração são cada vez mais frequentes na imprensa. Jô Soares já levou vergonhosos sustos no Ibope de Gilberto Barros e Tom Cavalcante.

A queda na audiência é perfeitamente compreensível. O Programa do Jô parou no tempo. Se acomodou sobre o trono da emissora líder em audiência no país. Os convidados são cada vez mais desinteressantes. Recentemente, Jô Soares dedicou dois blocos para entrevistar um desconhecido que é sósia do Papa Bento XVI.

Entrevistar desconhecidos não é um problema, mas acaba comprometendo a atração quando uma série de erros são cometidos ao mesmo tempo. Primeiro, não se deve dedicar muito tempo a uma entrevista que não rende apenas para que a duração do programa seja cumprida.

Outro problema grave é o despreparo do entrevistador. Fica cada vez mais claro que Jô Soares, na maior parte do tempo, apenas lê as perguntas preparadas pela produção. Em alguns casos, a leitura é relapsa. Ele solta perguntas do tipo “e aí, me conta a história do periquito”. A questão é feita tão fora de um contexto que, além de quebrar a dinâmica da entrevista, não é raro pegar o entrevistado de surpresa: “periquito? que periquito?”.

O apresentador iniciou sua carreira como entrevistador em 1988, no SBT, com o Jô Soares Onze e Meia. Ele permaneceu na emissora de Silvio Santos até 1999, quando retornou para a Globo, onde já tinha feito programas humorísticos como Faça Humor, Não Faça a Guerra, Planeta dos Homens e Viva o Gordo.

Justificar a falta de agilidade do Programa do Jô pelos longos anos em exibição não é algo aceitável. Nos Estados Unidos, programas como The Late Show with David Letterman e Tonight Show with Jay Leno têm quase a mesma duração da atração nacional. Mesmo assim, apresentam um fôlego muito, muito maior.

No lugar do Programa do Jô, a Globo poderia criar uma nova faixa de programas, que poderia misturar atrações internacionais - como 24 Horas, Lost e outros seriados - com nacionais. Que tal exibir Os Amadores, sucesso de crítica e público que espera há dois anos uma vaga na grade de programação? Ou musicais mais elaborados, como o novo Som Brasil? Até mesmo um novo talk show poderia ser desenvolvido, afinal louvo a estratégia da Globo de dar prioridade ao conteúdo nacional.

Seja qual for a opção, uma deveria ser certa: chegou a hora do fim do Programa do Jô. Vocês concordam?

FONTE:

Criado e editado pelo jornalista
Ale Rocha desde março de 2006, o Poltrona é um dos principais blogs sobre TV do Br

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